Justiça para Tod@s

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No dia 15 de dezembro, realizou-se no âmbito do projeto Justiça para Tod@s, no Tribunal Judicial de Oliveira do Bairro, o julgamento do caso selecionado e trabalhado pelos alunos da disciplina de Psicologia B, do 12º ano, da Escola Secundária de Oliveira do Bairro.

Durante o trabalho de preparação do caso selecionado “Tráfico de Seres Humanos”, os alunos contaram com a preciosa colaboração e orientação da advogada tutora, Dra. Luísa Gonçalves, sendo esta ajuda “enriquecedora e importante, posto que a mesma se disponibilizou a ajudar e a esclarecer todas as dúvidas que nos surgiram”, disse-nos Joana Teixeira.

As razões apresentadas pelos alunos para justificar a opção pelo caso foram o tratar-se de um tema abrangente que incorpora aspetos importantes, atuais e do interesse da faixa etária a que pertencem, a saber: o contacto com desconhecidos via redes sociais, a imigração ilegal, a prostituição, a violência psicológica, o tráfico de seres humanos e as suas repercussões, entre outros.

Durante as aulas dedicadas à preparação deste projeto, assistiu-se à curiosidade, interesse e motivação crescentes dos alunos e ao consequente empenho que terminou num julgamento ativo, do qual todos os envolvidos retiraram conhecimentos e experiências que lhes serão úteis no futuro. O julgamento foi feito pela juiz Dr.ª Rita Queirós, com o mesmo rigor e intransigência de um julgamento real e ainda com um conjunto de esclarecimentos sobre as razões dos procedimentos observados, para melhor compreensão dos problemas que este caso de justiça colocava, na maneira como foi apresentado.

Esta participação “permitiu-nos ter uma perspetiva diferente acerca da jurisdição e do funcionamento dos tribunais”, afirmou a aluna Melissa Silva que encarnou a personagem Maria Gomez, a vítima do caso apresentado. Outra aluna, Joana Teixeira, que personificou uma das advogadas de defesa do acusado, confidenciou que esta foi uma “iniciativa muito interessante na medida em que os alunos tiveram a possibilidade de contactar com uma experiência real, estando mesmo na pele das respetivas personagens que interpretaram”.

Foi com entusiasmo que os alunos abraçaram este caso e, apesar das dificuldades sentidas, cumpriram com maturidade, serenidade e prudência o trabalho que o projeto exigia, conseguindo alcançar os objetivos inicialmente estabelecidos. Este foi um projeto enriquecedor, que proporcionou aos alunos envolvidos: “apurar o sentido da Justiça”, perceber a “valorização da Lei e dos Direitos Humanos”, compreender o “processo legislativo e o papel dos tribunais”, assim como os “dilemas da justiça, o risco de erro e a procura da verdade”, desenvolver a sua capacidade de comunicar ideias, convicções e opiniões, de analisar um problema, argumentar e defender a sua perspetiva contra ou a favor do mesmo.

Os alunos aguardam, com curiosidade, a leitura da sentença. Esta terá lugar no próximo dia11 de janeiro e com ela se concluirá o projeto.

Catarina Amorim e Mariana Nunes (alunas jornalistas na simulação do caso – 12º C)

Fotos: Mariana Lopes e Gonçalo Viegas (Curso Profissional de Comunicação e Marketing, 2.º D)


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