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O AEOB numa conferência em Bruxelas

TraseErasmus+O AEOB participou numa conferência, em Bruxelas, organizada pela ONG Autism-Europe sobre Educação Sexual para Pessoas Portadoras de Deficiência Mental, no âmbito do projeto TRASE- Training in Sexual Education for People with Desabilities, financiado pelo programa Erasmus + da Comissão Europeia. A conferência que decorreu no dia 31 de maio de 2017, contou com a presença de várias instituições locais, diversos oradores e especialistas na temática.

Em representação do Agrupamento, estiveram as professoras Aldina Saraiva e Mafalda Carvalho que apresentaram todo o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos dois anos no âmbito do projeto em causa.

A Conferência teve como primeiro orador o Professor Michel Mercier, da Universidade de Namur, líder em estudos sobre educação sexual e deficiência, formador experiente e “designer” de ferramentas-chave para o ensino da educação sexual, que se encontra precisamente neste momento a iniciar o processo para estabelecer um Centro de referência na Bélgica sobre sexualidade e deficiência. Seguiu-se a Drª Izabela Fornalik, uma reconhecida e experiente profissional na área de educação sexual na Polónia, que escreve e produz material para trabalhar a temática e também disponibiliza formação para jovens, pais e profissionais.

Durante o evento, para além de escutar e entrar na discussão com todos os presentes, foi ainda possível participar em várias oficinas para testar as ferramentas desenvolvidas no âmbito do projecto TRASE, debater o tema da educação sexual para pessoas com dificuldades de aprendizagem nos diferentes países e ainda a melhor forma de disseminar o curso de formação desenvolvido durante a concretização do projeto.

O evento decorreu numa data significativa, pois foi precisamente há dez anos que foi assinada a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, onde se referencia e especifica o direito destas pessoas a "encontrar uma família", "decidir livremente sobre o número e espaçamento das crianças", "manter a sua fertilidade em igualdade de condições com os outros", bem como "consentimento livre e esclarecido" quando se prestam cuidados de saúde, incluindo a saúde reprodutiva. No entanto, apesar de esta convenção ter sido assinada por todos os países europeus, existem ainda muitas situações de desrespeito pelos direitos básicos destes cidadãos uma vez que a esterilização e os abortos forçados são muitas vezes considerados uma maneira aceitável de lidar com a falta de educação sexual dirigida à população em questão.


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